No ano que a indústria automobilística bateu recorde de vendas no Brasil, o setor anuncia: o ano que vem tem muito mais. Para 2010 são aguardados mais de 70 lançamentos entre modelos inéditos e novas versões de carros que já rodam por aqui. O G1 lista algumas das novidades de cada marca que em breve estarão nas lojas.
Audi
Foto: Divulgação Sedã Audi RS6 (Foto: Divulgação)
A Audi prepara uma extensa lista de superesportivos para o país em 2010. O sedã mais potente já fabricado em série pela marca chega em janeiro de 2010. Trata-se do RS6, que roda na Europa desde o início do ano e deverá estrear por aqui por, no mínimo, R$ 500 mil reais (o preço oficial ainda não foi divulgado).
O esportivo traz sob o capô o motor V10 bi-turbo de 580 cv e 65 kgfm de torque, que junto permitem a aceleração de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos e a velocidade máxima de 250 km/h (limitada eletronicamente). A versão perua do RS6 também chega no ano que vem. Ainda irão desembarcar aqui o S3, o TTS, o A5 Sportback e o S4.
BMW
MW X1 (Foto: Divulgação)
A BMW já confirmou a chegada de sua linha de utilitários esportivos em 2010. O primeiro a desembarcar é o caçula X1 e, em seguida, chegarão as versões esportivas do X5 e X6. Há ainda a possibilidade de importação do X3.
No segundo semestre dará as caras por aqui o Série 5 GT (Gran Turismo) que lá fora é oferecido com dois motores a gasolina e um turbodiesel de 3 litros e 235 cv.
Detentora da marca Mini, a BMW também trará a versão esportiva do compacto, a John Cooper Works, - equipada com motor de 211 cv que permite a aceleração de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos - e a versão crossover do carrinho.
Citroën
Foto: Divulgação Compacto DS3 (Foto: Divulgação)
A principal novidade que a marca francesa guarda para o Brasil é o compacto DS3, que foi a grande atração do Salão de Frankfurt deste ano, na Alemanha. O modelo chega na Europa já no início do ano e deverá dar as caras por aqui no Salão do Automóvel de São Paulo, no segundo semestre de 2010.
O carrinho tem 3,95 m de comprimento, 1,71 m de largura e 1,46 m de altura. Tanto lá, como aqui, ele mira o segmento de subcompactos premiums, que este ano foi reforçado no país com a chegada do smart fortwo, Mini Cooper e o Fiat 500.
Até o final do ano a marca passará a importar também o C3 Picasso, uma minivan com suspensão elevada, pneus de uso misto e visual agressivo que quer ameaçar o reinado do Ford EcoSport. O diretor-geral da Citroën do Brasil, Ivan Segal, confirmou ainda a vinda de um terceiro modelo com atrativos “off-road”.
Fiat
Fiat Bravo (Foto: Divulgação)
A marca líder em vendas no Brasil já anunciou 20 novidades para 2010. O mais aguardado é o novo Uno Mille. A Fiat nega, mas a nova geração do hatch deverá estrear já nos primeiros meses do ano que vem.
Quem também chega finalmente é o Bravo, mas não deverá substituir o Stilo. O novo hatch é aguardado para o segundo semestre e trará o mesmo motor 1.9 flex de 132 cv que já equipa o sedã Linea.
Para o Palio, enquanto a nova geração não chega, a novidade é o propulsor 1.6 flex de 130 cv que irá substituir o defasado motor 1.8 de 114 cv da GM. Outro hatch da marca que deve ganhar o ‘novo’ motor é o Punto que também passará a ser oferecido com o câmbio automatizado Dualogic.
Já a grande estreia da marca este ano, o 500, deverá desembarcar no país em duas novas versões: a conversível e a esportiva (Abarth).
Ford
(Foto: Divulgação)
Ford Fiesta vendido aqui ficará igual ao Figo, comercializado na Índia Nos primeiros meses do ano chega finalmente o novo Focus Flex. Desde o lançamento, em 2008, o motor bicombustível era aguardado para o hatch e o sedã. Mas o propulsor que bebe álcool e gasolina não será o 2.0, mas sim o 1.6 Sigma que já está sendo produzido no Brasil. O motor 2.0 Duratec irá tornar-se flex no primeiro trimestre de 2010.
Já o atual Fiesta brasileiro receberá as mesmas mudanças do indiano Figo. Ou seja, terá nova dianteira, faróis, capô, para-lama, grade frontal e vincos nas laterais. O modelo reestilizado deverá rodar por aqui até a chegada da nova geração do hatch que foi lançado nos Estados Unidos em dezembro.
Ameaçada pela concorrência, a Ford também prepara uma reestilização para o EcoSport. A marca também anunciou a importação oficial do Ford Mustang que contará no Brasil com oficina autorizada e garantia de dois anos.
General Motors
Chevrolet Malibu (Foto: Divulgação)
Apresentado ao público brasileiro no Salão do Automóvel de São Paulo, em 2008, o sedã Malibu carimba o passaporte para o Brasil. O modelo ficará posicionado entre o Vectra e o Omega e mira o Ford Fusion. O Omega, que deixou de ser importado, volta ao país no ano que vem.
Em 2010 é aguardada ainda a chegada de novos modelos derivados do Agile. O próximo integrante e a nova picape pequena que será produzida no Brasil. Até o final o utilitário esportivo, já anunciado pela marca, pode aparecer.
Hyundai
(Foto: Ahn Young-joon/AP)
Novo Hyundai Tucson. O Tucson nacional chega logo no início do ano que vem, mas em seguida passará a conviver com o ix35, a nova geração do utilitário esportivo que já está sendo fabricada na Coreia do Sul e será importada para o mercado europeu.
Por aqui, o ix35 irá conviver com o modelo brasileiro, pois a versão produzida aqui será reposicionada no preço para brigar com o EcoSport, enquanto a nova geração estará posicionada em uma categoria superior.
O Sonata irá voltar ao mercado nacional em maio do ano que vem. Com um ‘tapa’ no visual, o sedã trará o motor 2.0 de 145 cv, o mesmo que já equipa o hatch i30.
Kia
Kia Cadenza (Foto: Divulgação)
A grande estreia da marca sul-coreana no Brasil deverá ser o motor flex, mas a certeza para o primeiro semestre é o sedã Cadenza que irá substituir o Opirus. Apesar de um visual completamente novo, o Cadenza terá as mesmas dimensões e trará o mesmo motor 3.8 V6 de 266 cv do seu antecessor.
Ainda no começo do ano chega também a versão cupê do sedã Cerato, o Koup, que com pegada mais esportiva será equipado com motor 2.0 de 156 cv. Já os utilitários esportivos Sorento e Sportage desembarcam em nova geração, maiores e com visual mais requintado.
Por último, o hatch Rio, apresentado no Salão do Automóvel de 2008, finalmente deverá dar as caras por aqui na segunda metade de 2010 com motores 1.4 e 1.6.
Mercedes-Benz
Foto: Daniel Roland/AP Mercedes-Benz SLS AMG
A Mercedes-Benz terá dois grandes destaques. O primeiro é o superesportivo SLS AMG que aposenta o SLR McLaren e retoma a abertura de portas no formato de “asa de gaivota”.
A segunda estreia é o sedã S 400 Hybrid, o primeiro carro híbrido importado oficialmente para o Brasil. O modelo é equipado com motor de 15 kW e outro a gasolina 3.5 V6 de 275 cv. Outra novidade é o Classe E cabriolet que deverá ter teto de lona.
Nissan
Nissn Livina (Foto: Divulgação)
A maior aposta da Nissan no Brasil, o Livina, irá ganhar a versão S, que fica entre a básica e a topo de linha e já é oferecida no primo Sentra. Em 2009, o monovolume ganhou roupa aventureira, que a marca apelidou de X-Gear. Para o Tiida, a Nissan reserva uma reestilização já no começo do ano.
Peugeot
Foto: Divulgação Peugeot 3008
Com o ‘fracasso’ do 307 Sedan no Brasil (o modelo é o último no ranking de vendas entre os concorrentes), a Peugeot aposta no ano que vem no 308 Sedan que, além de trazer linhas mais harmoniosas na carroceria, será maior que seu antecessor. A estreia do novo sedã no mercado nacional deverá ser somente no final do ano que vem.
A marca francesa também quer uma fatia do mercado de picapes pequenas e vai apresentar ainda no primeiro semestre a picape derivada do 207 que mira a nova Volkswagen Saveiro, Fiat Strada e Chevrolet Montana. O modelo trará sob o capô as opções de motor 1.4 e 1.6 e terá versões de cabine simples ou estendida.
O crossover 3008, com motor 1.6 de 150 cv, também pode aparecer em 2010.
Renault
Dacia Duster (Foto: Divulgação)
Apesar do anúncio de investimento de R$ 1 bilhão nos próximos três anos no Brasil, a única novidade certa para 2010 é a reestilização do Logan que ganhará uma nova cara, mas sem alterações no conjunto mecânico.
Para 2011, a marca francesa já anunciou a chegada do utilitário-esportivo do Duster, da Dacia que entrará no mercado brasileiro sob a marca Renault para concorrer no segmento liderado pelo Ford EcoSport. O modelo já está sendo tropicalizado, o que envolve mudanças no visual e na parte mecânica, como motor. Na Europa, o Duster é equipado com motor 1.6 16V com 110 cv de potência a gasolina, mas por aqui será oferecido o propulsor 1.6 8V flex.
Toyota
Foto: Divulgação Toyota Corolla
Depois de lançar uma versão intermediária do sedã Corolla, a Gli, o próximo passo da Toyota para esquentar a disputa com o arquirival Honda Civic é a adoção no sedã do motor 2.0 que estreia em março de 2010. Uma boa tacada contra o Civic que tem propulsor dois litros apenas na versão esportiva Si.
Volkswagen
Volkswagen Amarok
A marca alemã já anunciou 10 novos carros no país em 2010. A mais esperada é a Amarok, que marca a estreia da Volks no segmento de picapes médias, hoje formado por Toyota Hilux, Mitsubishi L200 e Nissan Frontier. Fabricado na Argentina, o utilitário virá, em abril, equipado com motor 2.0 TDI (Turbo Diesel Injection) e 163 cv.
Já entre as novas versões apresentadas pela marca, destaque para o Gol 2 portas e uma nova versão esportiva para o hatch. Já a Saveiro, lançada este ano, ganhará uma roupa ‘off-road’. Quem também chega de cara nova é o SpaceFox, que ganha as mesmas modificações introduzidas no Fox.
Volvo
Foto: Divulgação Volvo C30
O novo Volvo C30 deverá chegar ao mercado no primeiro semestre. A versão reestilizada do hatch foi apresentada no Salão do Automóvel de Frankfurt com dimensões maiores nas entradas de ar e o parachoque traseiro de cor diferente do resto do carro.
Para o final do ano que vem é aguardado também o Volvo S60, mostrado no Salão de Detroit, no início de 2009. O sedã é equipado com sistemas de sensores e radares que protegem os pedestres.
A JLS Representações é uma empresa de consultoria automotiva especializada no setor de transporte e logística. Oferecemos terceirização ou apoio ao setor de compras de pequenas, médias e grandes empresas de transporte e logística, proporcionando-lhes redução dos custos, economia de tempo, maior agilidade no processo de cotação e maior poder de negociação junto aos fornecedores.
4 de janeiro de 2010
16 de dezembro de 2009
Quarta-Feira - 16/12/2009 - Daimler fornecerá 460 ônibus para Copa do Mundo
A Daimler Buses fornecerá 460 ônibus rodoviários Mercedes-Benz à África do Sul para utilização durante a Copa do Mundo em 2010. Os veículos foram solicitados pela Autopax Passenger Service Ltda, com sede em Pretoria, a maior operadora sul-africana de serviços de transporte para longas distâncias.
A entrega dos ônibus terá início neste mês de dezembro e prosseguirá até abril de 2010.
A Mercedes-Benz do Brasil fornecerá os chassis O 500 RSD pelo sistema CKD, completamente desmontados, para a planta da marca em East London, África do Sul, responsável pela montagem dos veículos. A carroçaria dos ônibus será produzida na cidade de Johannesburg pela Marcopolo.
O modelo O 500 RSD é equipado com motor eletrônico e transmissão automática com retarder integrado. Os ônibus serão equipados com ar condicionado e equipamentos de entretenimento, como DVD e MP3. Os veículos possuem capacidade para transportar entre 52 e 61 pessoas.
http://www.automotivebusiness.com.br
A entrega dos ônibus terá início neste mês de dezembro e prosseguirá até abril de 2010.
A Mercedes-Benz do Brasil fornecerá os chassis O 500 RSD pelo sistema CKD, completamente desmontados, para a planta da marca em East London, África do Sul, responsável pela montagem dos veículos. A carroçaria dos ônibus será produzida na cidade de Johannesburg pela Marcopolo.
O modelo O 500 RSD é equipado com motor eletrônico e transmissão automática com retarder integrado. Os ônibus serão equipados com ar condicionado e equipamentos de entretenimento, como DVD e MP3. Os veículos possuem capacidade para transportar entre 52 e 61 pessoas.
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Quarta-Feira,, 16/12/2009 - Mercedes-Benz comemora produção de motores no Brasil
Para comemorar a marca de 2,5 milhões de motores produzidos no Brasil para veículos acima de 3,5 toneladas de PBT – Peso Bruto Total -, a Mercedes-Benz realiza no próximo dia 21, às 9h, em sua fábrica de São Bernardo do Campo/SP, evento que mostrará a história da empresa, que desde 1956 produz caminhões semileves, leves, semipesados, pesados e extrapesados. Entre os modelos destacam-se as famílias Accelo, Atego, Axor, Actros e sua linha tradicional, o 710 e L-1620 e os modelos L-1318 e LS-1634, já consagrados no mercado.
A montadora aproveita a ocasião para revelar as futuras ações para o setor de transporte. Neste ano, a marca registrou 3.620 unidades vendidas de caminhões (veículos acima de 3,5 toneladas de PBT) no mês de novembro. De acordo com a Mercedes-Benz, este foi o segundo melhor resultado mensal desde abril de 1981, atrás apenas de outubro de 2009, quando foram comercializadas 3.625 unidades. O acumulado de 2009 chegou a 30.387 caminhões vendidos, conforme informações da empresa.
A montadora aproveita a ocasião para revelar as futuras ações para o setor de transporte. Neste ano, a marca registrou 3.620 unidades vendidas de caminhões (veículos acima de 3,5 toneladas de PBT) no mês de novembro. De acordo com a Mercedes-Benz, este foi o segundo melhor resultado mensal desde abril de 1981, atrás apenas de outubro de 2009, quando foram comercializadas 3.625 unidades. O acumulado de 2009 chegou a 30.387 caminhões vendidos, conforme informações da empresa.
Quarta-Feira, 16/12/2009 - Citroën apresenta a linha Jumper 2010
A Citroën do Brasil acaba de lançar nas concessionárias do grupo a linha Jumper 2010, nas versões Furgão e Minibus. Equipado com o novo motor desenvolvido pela FPT (Fiat Powertrain Technologies) de 2.3l turbodiesel com intercooler, o modelo alcança torque máximo de 30,7 kgfm a 1.800 rpm e gera potência máxima 127 cv a 3.600 rpm.
Desenvolvido a partir do conceito “downsizing”, o propulsor alia alta tecnologia ao tamanho de motores compactos, com menor capacidade cúbica, mas que atingem alto desempenho equivalente ao de conjuntos maiores, garantindo menor índice de emissões e mais economia de combustível.
O painel da Jumper contém indicador de temperatura da água, conta-giros e indicador do nível de combustível. Na parte inferior, apresenta um display digital, com funções de relógio, odômetro total e parcial e indicação de manutenção. A alavanca de câmbio é instalada no painel.
Em termos de segurança, o modelo conta com freios a disco na dianteira e na traseira e sistema antifurto com código criptografado. O Citroën Jumper Minibus 2.3 HDI (16 lugares) tem preço público a partir de R$ 81.820,00 e o Jumper Furgão 2.3 HDI a partir de R$ 74.990,00.
Desenvolvido a partir do conceito “downsizing”, o propulsor alia alta tecnologia ao tamanho de motores compactos, com menor capacidade cúbica, mas que atingem alto desempenho equivalente ao de conjuntos maiores, garantindo menor índice de emissões e mais economia de combustível.
O painel da Jumper contém indicador de temperatura da água, conta-giros e indicador do nível de combustível. Na parte inferior, apresenta um display digital, com funções de relógio, odômetro total e parcial e indicação de manutenção. A alavanca de câmbio é instalada no painel.
Em termos de segurança, o modelo conta com freios a disco na dianteira e na traseira e sistema antifurto com código criptografado. O Citroën Jumper Minibus 2.3 HDI (16 lugares) tem preço público a partir de R$ 81.820,00 e o Jumper Furgão 2.3 HDI a partir de R$ 74.990,00.
Quarta-Feira, 16/12/2009 - Garantia estendida impulsiona venda de semipesados
Sete Lagoas (MG) - As iniciativas da Iveco para continuar no topo da lista das montadoras de caminhões que mais crescem no Brasil vêm surtindo efeito desde que a montadora resolveu apostar novamente as suas fichas no mercado nacional. A mais recente estratégia da empresa que tem 17 dias exatos para terminar incrementou a venda do semipesado Tector em 25%.
Desde que foi lançada, na Fenatran – maior feira de veículos pesados da América Latina -, em outubro, a Garantia estendida da Iveco, que oferece cobertura para os modelos Tector 4X2, Tector 6X2 e Cursor até junho de 2014, quando será iniciado o Campeonato Mundial de Futebol no Brasil, influenciou a comercialização de 155 unidades do Tector, conforme contou Fernando Ribeiro, Gerente de Marketing da montadora. Atualmente, a marca já contabiliza o emplacamento de 600 unidades do Tector, que foi lançado a pouco mais de um ano.
“Eu garanto que a oferta da campanha tem sido o maior influenciador na procura do Iveco Cursor e do Iveco Tector. Até outubro tínhamos 5% de participação no mercado de semipesados com o Tector, e hoje estamos com 8,5%. Crescemos mais de 50% em participação no mercado e, sem dúvida, o grande influenciador é a garantia da Copa de 2014”, considerou o executivo.
Ribeiro contou que a oferta da garantia surgiu com a percepção da montadora em relação à oportunidade de ir para o mercado aproveitando o ensejo da Fenatran com dois produtos novos que ainda não eram muito conhecidos no mercado.
Para o gerente, “a oferta de uma garantia inovadora no mercado dá ao cliente a certeza de que ele está utilizando um produto de qualidade e que não vai quebrar”, ressaltou. “É uma garantia inédita e demonstra a agressividade da marca como sendo a que mais cresce no mercado nos últimos anos”, completou.
Uma outra característica relevante da campanha, na opinião de Ribeiro, é que a garantia é oferecida sem limite de quilometragem. “A oferta é extremamente atrativa ao público consumidor do mercado de caminhões e, com isso, proporcionamos tranquilidade para que ele possa renovar a sua frota com a certeza de que está fazendo a compra certa”, analisou.
A montadora promove a campanha até o dia 31 de dezembro. Exclusivamente o cliente que comprar os modelos Iveco Tector ou Cursor será contemplado com a garantia. Para assegurar o benefício, os clientes devem se cadastrar por meio do site www.garantiaiveco.com.br, até a data mencionada, e depois efetuar o pedido em uma das concessionárias da montadora.
Desde outubro, a Iveco já contabilizou a marca de três mil visitas únicas no site oficial da campanha. Segundo Ribeiro, deste número, 220 pessoas se cadastraram na página online e 40 foram efetivadas.
Fonte: Web Transpo
Desde que foi lançada, na Fenatran – maior feira de veículos pesados da América Latina -, em outubro, a Garantia estendida da Iveco, que oferece cobertura para os modelos Tector 4X2, Tector 6X2 e Cursor até junho de 2014, quando será iniciado o Campeonato Mundial de Futebol no Brasil, influenciou a comercialização de 155 unidades do Tector, conforme contou Fernando Ribeiro, Gerente de Marketing da montadora. Atualmente, a marca já contabiliza o emplacamento de 600 unidades do Tector, que foi lançado a pouco mais de um ano.
“Eu garanto que a oferta da campanha tem sido o maior influenciador na procura do Iveco Cursor e do Iveco Tector. Até outubro tínhamos 5% de participação no mercado de semipesados com o Tector, e hoje estamos com 8,5%. Crescemos mais de 50% em participação no mercado e, sem dúvida, o grande influenciador é a garantia da Copa de 2014”, considerou o executivo.
Ribeiro contou que a oferta da garantia surgiu com a percepção da montadora em relação à oportunidade de ir para o mercado aproveitando o ensejo da Fenatran com dois produtos novos que ainda não eram muito conhecidos no mercado.
Para o gerente, “a oferta de uma garantia inovadora no mercado dá ao cliente a certeza de que ele está utilizando um produto de qualidade e que não vai quebrar”, ressaltou. “É uma garantia inédita e demonstra a agressividade da marca como sendo a que mais cresce no mercado nos últimos anos”, completou.
Uma outra característica relevante da campanha, na opinião de Ribeiro, é que a garantia é oferecida sem limite de quilometragem. “A oferta é extremamente atrativa ao público consumidor do mercado de caminhões e, com isso, proporcionamos tranquilidade para que ele possa renovar a sua frota com a certeza de que está fazendo a compra certa”, analisou.
A montadora promove a campanha até o dia 31 de dezembro. Exclusivamente o cliente que comprar os modelos Iveco Tector ou Cursor será contemplado com a garantia. Para assegurar o benefício, os clientes devem se cadastrar por meio do site www.garantiaiveco.com.br, até a data mencionada, e depois efetuar o pedido em uma das concessionárias da montadora.
Desde outubro, a Iveco já contabilizou a marca de três mil visitas únicas no site oficial da campanha. Segundo Ribeiro, deste número, 220 pessoas se cadastraram na página online e 40 foram efetivadas.
Fonte: Web Transpo
Quarta-feira - 16/12/2009 - Marcopolo prevê produção de 24,7 mil ônibus em 2010
Porto Alegre - O crescimento de produção estimado pela Marcopolo para 2010 terá três vertentes principais: o mercado interno, a entrada em operação de uma unidade no Egito no primeiro trimestre e o aumento de produção na Índia. A companhia espera produzir 24,7 mil ônibus no Brasil e exterior no próximo ano, ante 21 mil unidades previstas para 2009. A receita líquida deve alcançar R$ 2,55 bilhões, ante R$ 2,3 bilhões definidos como meta este ano.
Da produção total esperada, o Brasil deve responder por 14,9 mil unidades. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prorrogou, até 30 de junho de 2010, a vigência do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que financia ônibus com juros fixos de 7% ao ano. Além da oferta de financiamento com condições atrativas, a prorrogação das concessões de linhas interestaduais de transporte - decidida em novembro pela ANTT - também vai melhorar a demanda do setor, observa o diretor de relações com investidores da Marcopolo, Carlos Zignani. A indefinição sobre a eventual prorrogação ou o lançamento de nova licitação das concessões atrapalhava o planejamento dos operadores de transporte de passageiros.
Entre as 9,8 mil unidades que devem ser fabricadas no exterior, o Egito deve gerar 600 veículos, enquanto a fábrica na Índia entregará o dobro em 2010. A produção na Índia é feita em associação com a Tata Motors e a Marcopolo consolida 49% do total em seu resultado. O ritmo de produção deve saltar de 6 mil em 2009 para 12 mil no próximo ano, cabendo metade à fabricante brasileira. No país asiático, a Marcopolo substituiu, com a associação, fabricantes locais que faziam a carroceria de forma terceirizada para a Tata. No Egito, a Marcopolo também incorpora 49% da produção local a seu resultado.
Ainda debilitado pela crise, o mercado mexicano deve contribuir com 1.500 unidades no planejamento da Marcopolo em 2010, que já divulgou uma parada temporária na unidade durante o primeiro trimestre para eliminar estoques. No país, os fabricantes costumam produzir antes da chegada dos pedidos, explicou Zignani, e o mercado acumulou estoques elevados. A produção prevista representará metade do ritmo habitual no México, que seria de 3.000 unidades.
A Rússia não voltará à contabilidade em 2010. A fábrica no país, na qual a Marcopolo está associada à Russpromauto, está parada e não há expectativa de retomada do mercado no próximo ano. Na Colômbia, a companhia prevê gerar 600 veículos, mesmo número que na África do Sul, enquanto na Argentina, deve consolidar 500 unidades em 2010.
Nos próximos anos, alguns eventos têm potencial gerador de negócios para os fabricantes de ônibus. Em 2012, haverá eleições municipais, que habitualmente estimulam a renovação das frotas. O Brasil tem uma frota com idade média acima de 15 anos, que deveria ser reduzida para 10 anos, na avaliação dos fabricantes. Depois disso, a Copa do Mundo em 2014 no Brasil e Olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016 também devem gerar investimento tanto em infraestrutura de transporte quanto em renovação de veículos, projetou Zignani.
Volare
A Unidade de Negócios Volare, da Marcopolo, deve fechar 2009 com venda de quatro mil unidades do miniônibus, com queda ante o resultado recorde de 5.070 veículos registrados em 2008. Além dos problemas de crédito ao longo do ano, a demanda do programa Caminho da Escola frustrou os fabricantes habilitados na licitação, explicou o diretor-geral da Volare, Nelson Gehrke.
Havia expectativa de pedidos para 6,6 mil unidades entre os fabricantes habilitados, mas o volume deve ficar em até 1.700 este ano, dos quais a Volare prevê fornecer entre 500 e 600. O programa financia a renovação de frotas escolares a prefeituras e governos estaduais. As prefeituras restringiram os pedidos em parte pela queda de arrecadação no ano. Os preços licitados vigoram até fevereiro de 2010, prazo limite para fazer contratos pela licitação de 2009. Após esta data, as encomendas podem ser entregues em até 120 dias nos locais mais distantes. Uma nova licitação do programa deve ser feita entre o final de fevereiro e começo de março, mas o prazo de contratação será menor, por causa das eleições. A restrição à assinatura de financiamentos entra em vigor em julho.
Para 2010, a Volare estima produção de 4,2 mil a 4,4 mil unidades, que são fabricadas na unidade da Marcopolo em Caxias do Sul (RS). As exportações, que caíram para 5% do total em 2009, devem voltar ao patamar de 10% no próximo ano. Os pedidos de fretamento e turismo representam 40% da carteira da Volare, fatia que deve permanecer igual em 2010
Da produção total esperada, o Brasil deve responder por 14,9 mil unidades. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prorrogou, até 30 de junho de 2010, a vigência do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que financia ônibus com juros fixos de 7% ao ano. Além da oferta de financiamento com condições atrativas, a prorrogação das concessões de linhas interestaduais de transporte - decidida em novembro pela ANTT - também vai melhorar a demanda do setor, observa o diretor de relações com investidores da Marcopolo, Carlos Zignani. A indefinição sobre a eventual prorrogação ou o lançamento de nova licitação das concessões atrapalhava o planejamento dos operadores de transporte de passageiros.
Entre as 9,8 mil unidades que devem ser fabricadas no exterior, o Egito deve gerar 600 veículos, enquanto a fábrica na Índia entregará o dobro em 2010. A produção na Índia é feita em associação com a Tata Motors e a Marcopolo consolida 49% do total em seu resultado. O ritmo de produção deve saltar de 6 mil em 2009 para 12 mil no próximo ano, cabendo metade à fabricante brasileira. No país asiático, a Marcopolo substituiu, com a associação, fabricantes locais que faziam a carroceria de forma terceirizada para a Tata. No Egito, a Marcopolo também incorpora 49% da produção local a seu resultado.
Ainda debilitado pela crise, o mercado mexicano deve contribuir com 1.500 unidades no planejamento da Marcopolo em 2010, que já divulgou uma parada temporária na unidade durante o primeiro trimestre para eliminar estoques. No país, os fabricantes costumam produzir antes da chegada dos pedidos, explicou Zignani, e o mercado acumulou estoques elevados. A produção prevista representará metade do ritmo habitual no México, que seria de 3.000 unidades.
A Rússia não voltará à contabilidade em 2010. A fábrica no país, na qual a Marcopolo está associada à Russpromauto, está parada e não há expectativa de retomada do mercado no próximo ano. Na Colômbia, a companhia prevê gerar 600 veículos, mesmo número que na África do Sul, enquanto na Argentina, deve consolidar 500 unidades em 2010.
Nos próximos anos, alguns eventos têm potencial gerador de negócios para os fabricantes de ônibus. Em 2012, haverá eleições municipais, que habitualmente estimulam a renovação das frotas. O Brasil tem uma frota com idade média acima de 15 anos, que deveria ser reduzida para 10 anos, na avaliação dos fabricantes. Depois disso, a Copa do Mundo em 2014 no Brasil e Olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016 também devem gerar investimento tanto em infraestrutura de transporte quanto em renovação de veículos, projetou Zignani.
Volare
A Unidade de Negócios Volare, da Marcopolo, deve fechar 2009 com venda de quatro mil unidades do miniônibus, com queda ante o resultado recorde de 5.070 veículos registrados em 2008. Além dos problemas de crédito ao longo do ano, a demanda do programa Caminho da Escola frustrou os fabricantes habilitados na licitação, explicou o diretor-geral da Volare, Nelson Gehrke.
Havia expectativa de pedidos para 6,6 mil unidades entre os fabricantes habilitados, mas o volume deve ficar em até 1.700 este ano, dos quais a Volare prevê fornecer entre 500 e 600. O programa financia a renovação de frotas escolares a prefeituras e governos estaduais. As prefeituras restringiram os pedidos em parte pela queda de arrecadação no ano. Os preços licitados vigoram até fevereiro de 2010, prazo limite para fazer contratos pela licitação de 2009. Após esta data, as encomendas podem ser entregues em até 120 dias nos locais mais distantes. Uma nova licitação do programa deve ser feita entre o final de fevereiro e começo de março, mas o prazo de contratação será menor, por causa das eleições. A restrição à assinatura de financiamentos entra em vigor em julho.
Para 2010, a Volare estima produção de 4,2 mil a 4,4 mil unidades, que são fabricadas na unidade da Marcopolo em Caxias do Sul (RS). As exportações, que caíram para 5% do total em 2009, devem voltar ao patamar de 10% no próximo ano. Os pedidos de fretamento e turismo representam 40% da carteira da Volare, fatia que deve permanecer igual em 2010
15.12.2009 - Terça-Feira - Governo estende o prazo do Procaminhoneiro para junho de 2010
Pacote de incentivos assinado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega,
prorrogou diversos benefícios para fomentar o aquecimento da economia e
prazo de vigência do Procaminhoneiro, que expiraria em 31 de dezembro, foi
ampliado para junho do ano que vem
O governo federal, por meio do ministro da Fazenda, Guido Mantega, prorrogou
para junho de 2010 o prazo de vigência do Procaminhoneiro, programa de
fomento à renovação de frota, que oferece taxas de juros de 4,5% ao mês e
prazo de até 96 meses para financiar a compra de caminhões novos e usados
com até 15 anos de fabricação. Diante da grande procura e da dificuldade de
milhares de transportadores na obtenção do financiamento, o Procaminhoneiro
foi prorrogado até junho de 2010, para alívio de muitos transportadores,
empresas e autônomos, que precisam renovar suas frotas.
Segundo o presidente da União Nacional dos Caminhoneiros (Unicam), José
Araújo "China" da Silva, que concedeu entrevista exclusiva ao Portal
Transporta Brasil, o Procaminhoneiro é um programa primordial para todo o
transporte rodoviário de cargas brasileiro. "Este programa significa tudo na
vida de um caminhoneiro, que sempre foi aquele que comprou o caminhão de
alguém que não queria mais, sucateado e velho. Normalmente, 70% dos
autônomos sofrem com isso. As frotas das empresas de transportes têm idade
média de 11 anos. No caso do agronegócio, a idade média é de cinco anos.
Considerando os autônomos, a coisa fica feia. A idade média é de 23 anos.
Isso é a média. Temos caminhões de 40 e de até 60 anos rodando pelo Brasil.
É comum vermos os famosos Barriga D'água, os Jacarés, da Scania, os Fenemês,
trabalhando País afora. É por isso que este programa é tão importante", diz
o dirigente, popularmente conhecido no setor como China.
Criado pelo governo Lula, o programa passou por uma reformulação até chegar
ao modelo atual, com juros de 4,5% ao ano. "No governo Lula, foram feitos
três programas para a compra de caminhões. O primeiro foi o Modercarga, que
não deu certo. O segundo foi o BNDES Caminhoneiro, que também não deu certo,
e o terceiro foi o Procaminhoneiro. Eu não sou o inventor do
Procaminhoneiro. O que eu fiz foi aperfeiçoar o projeto, a pedido do próprio
presidente Lula. Quando me encontrei com ele há pouco mais de um ano, ele me
perguntou como estavam as ações para melhorar as condições dos
transportadores. Eu disse a ele que estava tudo da mesma forma, nada tinha
evoluído. Foi então que ele me pediu para aperfeiçoar o projeto, que
entreguei no dia 29 de abril de 2008 à ministra Dilva Rousseff, da Casa
Civil, e um mês depois o Procaminhoneiro foi recriado", revela o presidente
da Unicam.
Dificuldades de acesso ao crédito
Em todo o Brasil, milhares de caminhoneiros têm reclamado que não estão
conseguindo o acesso ao financiamento com juros baixos para a compra dos
caminhões. De acordo com China, isso se deve à dificuldade dos bancos em
oferecer o produto, menos vantajoso para as instituições financeiras do que
financiamentos como o Finame, que remunera melhor. "Temos tido reclamações
constantes de caminhoneiros que entram em contato conosco na Unicam, que não
estão conseguindo o acesso ao crédito. Os bancos têm dificultado este acesso
e não estão respeitando a decisão do governo federal de propiciar esta
facilidade aos transportadores", explica China.
A quem recorrer?
O presidente da Unicam colocou a entidade à disposição de todos os
caminhoneiros do Brasil para interceder em favor deles na busca pelo
financiamento do Procaminhoneiro. "Eu vou me empenhar pessoalmente nisso.
Quero saber do BNDES e das montadoras quantos caminhões estão sendo vendidos
via Procaminhoneiro. Vou pedir relatórios mensais para que possamos
acompanhar esta evolução. Se os caminhoneiros tiverem problemas para a
obtenção do financiamento com as montadoras e com os bancos, devem ligar
para mim, entrar em contato com a Unicam (www.unicam.org.br –
11 - 3935-6760 11 - 3935-6760 ). Peço que me escrevam, que mandem e-mail
(unicam@unicam.org.br), para que eu possa saber como está esta adesão e como
cobrar das autoridades. Eu sei que há problemas, mas não tenho tido
subsídios da categoria para agir. Peço que entrem em contato conosco para
que possamos interceder.Eu sei de quem cobrar", finaliza o presidente da
União Nacional dos Caminhoneiros
Fonte: http://www.atrbrasil.com.br/
prorrogou diversos benefícios para fomentar o aquecimento da economia e
prazo de vigência do Procaminhoneiro, que expiraria em 31 de dezembro, foi
ampliado para junho do ano que vem
O governo federal, por meio do ministro da Fazenda, Guido Mantega, prorrogou
para junho de 2010 o prazo de vigência do Procaminhoneiro, programa de
fomento à renovação de frota, que oferece taxas de juros de 4,5% ao mês e
prazo de até 96 meses para financiar a compra de caminhões novos e usados
com até 15 anos de fabricação. Diante da grande procura e da dificuldade de
milhares de transportadores na obtenção do financiamento, o Procaminhoneiro
foi prorrogado até junho de 2010, para alívio de muitos transportadores,
empresas e autônomos, que precisam renovar suas frotas.
Segundo o presidente da União Nacional dos Caminhoneiros (Unicam), José
Araújo "China" da Silva, que concedeu entrevista exclusiva ao Portal
Transporta Brasil, o Procaminhoneiro é um programa primordial para todo o
transporte rodoviário de cargas brasileiro. "Este programa significa tudo na
vida de um caminhoneiro, que sempre foi aquele que comprou o caminhão de
alguém que não queria mais, sucateado e velho. Normalmente, 70% dos
autônomos sofrem com isso. As frotas das empresas de transportes têm idade
média de 11 anos. No caso do agronegócio, a idade média é de cinco anos.
Considerando os autônomos, a coisa fica feia. A idade média é de 23 anos.
Isso é a média. Temos caminhões de 40 e de até 60 anos rodando pelo Brasil.
É comum vermos os famosos Barriga D'água, os Jacarés, da Scania, os Fenemês,
trabalhando País afora. É por isso que este programa é tão importante", diz
o dirigente, popularmente conhecido no setor como China.
Criado pelo governo Lula, o programa passou por uma reformulação até chegar
ao modelo atual, com juros de 4,5% ao ano. "No governo Lula, foram feitos
três programas para a compra de caminhões. O primeiro foi o Modercarga, que
não deu certo. O segundo foi o BNDES Caminhoneiro, que também não deu certo,
e o terceiro foi o Procaminhoneiro. Eu não sou o inventor do
Procaminhoneiro. O que eu fiz foi aperfeiçoar o projeto, a pedido do próprio
presidente Lula. Quando me encontrei com ele há pouco mais de um ano, ele me
perguntou como estavam as ações para melhorar as condições dos
transportadores. Eu disse a ele que estava tudo da mesma forma, nada tinha
evoluído. Foi então que ele me pediu para aperfeiçoar o projeto, que
entreguei no dia 29 de abril de 2008 à ministra Dilva Rousseff, da Casa
Civil, e um mês depois o Procaminhoneiro foi recriado", revela o presidente
da Unicam.
Dificuldades de acesso ao crédito
Em todo o Brasil, milhares de caminhoneiros têm reclamado que não estão
conseguindo o acesso ao financiamento com juros baixos para a compra dos
caminhões. De acordo com China, isso se deve à dificuldade dos bancos em
oferecer o produto, menos vantajoso para as instituições financeiras do que
financiamentos como o Finame, que remunera melhor. "Temos tido reclamações
constantes de caminhoneiros que entram em contato conosco na Unicam, que não
estão conseguindo o acesso ao crédito. Os bancos têm dificultado este acesso
e não estão respeitando a decisão do governo federal de propiciar esta
facilidade aos transportadores", explica China.
A quem recorrer?
O presidente da Unicam colocou a entidade à disposição de todos os
caminhoneiros do Brasil para interceder em favor deles na busca pelo
financiamento do Procaminhoneiro. "Eu vou me empenhar pessoalmente nisso.
Quero saber do BNDES e das montadoras quantos caminhões estão sendo vendidos
via Procaminhoneiro. Vou pedir relatórios mensais para que possamos
acompanhar esta evolução. Se os caminhoneiros tiverem problemas para a
obtenção do financiamento com as montadoras e com os bancos, devem ligar
para mim, entrar em contato com a Unicam (www.unicam.org.br –
11 - 3935-6760 11 - 3935-6760 ). Peço que me escrevam, que mandem e-mail
(unicam@unicam.org.br), para que eu possa saber como está esta adesão e como
cobrar das autoridades. Eu sei que há problemas, mas não tenho tido
subsídios da categoria para agir. Peço que entrem em contato conosco para
que possamos interceder.Eu sei de quem cobrar", finaliza o presidente da
União Nacional dos Caminhoneiros
Fonte: http://www.atrbrasil.com.br/
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